Ciclo Orgânico

Ciclo orgânico

“Somos um negócio social que coleta e transforma o seu lixo orgânico em fonte de vida”, assim se define a Ciclo Orgânico e resume muito bem a sua proposta que desde 2015 contribui com o meio ambiente através da compostagem, uma técnica de transformar resíduos orgânicos em adubo, fechando o Ciclo ao transformar o que era vida, em vida novamente.

A iniciativa não só tem uma bela mensagem, mas um trabalho que realmente gera resultado. Em três anos de atuação, foram tratados mais de 220.000 quilos de lixo orgânico e produzidos 170.000 quilos de composto, além de 130.000 quilos a menos na emissão de CO², gás prejudicial ao meio ambiente ao produzir o chamado efeito estufa e, por consequência, contribuir com o aquecimento global.

Mas qual o malefício de resíduos orgânicos nos aterros sanitários? Por mais que este seja um questionamento comum, já que resíduos orgânicos se decompõem e em teoria não causam mal ao meio ambiente, quando se trata dos aterros essa história é um pouco diferente. Por mais que sejam orgânicos, em grande escala em uma grande cidade  como o Rio de Janeiro, essa decomposição não ocorre de forma natural.

A grande quantidade acumulada atrai animais vetores de doenças, e o contato desses alimentos com os resíduos químicos desses lixões dá origem ao que chamamos de chorume, um liquido altamente tóxico. Esses alimentos, que possuem muito liquido, ao serem descartados nestes espaços entram inevitavelmente em contato com produtos de limpeza, eletrônicos e fluentes que contaminam o solo e qualquer outra corrente de água próxima.

E como mudar essa situação? A compostagem é a alternativa mais ideal, pois consiste no descarte local e controlado deste resíduos e em sua reciclagem em um composto orgânico que age como adubo para novas plantações, de forma que a matéria orgânica volte a ser utilizada de forma útil.

E é justamente esse o trabalho da Ciclo Orgânico. O nome por trás dessa ideia é o de Lucas Chiabi, que descobriu a compostagem no curso de Engenharia Ambiental da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Após experiências profissionais que também o levaram ao contato com esta pauta, começou em 2015 a que viria a ser a primeira empresa do Brasil com sistema de colega via bicicleta para compostagem.

Como participar da Ciclo Orgânico

O trabalho é simples e muito eficaz. Você, morador, separa todo o seu lixo orgânico no baldinho da Ciclo, a empresa retira em sua casa de bicicleta e leva esses resíduos para a composteira mais próxima da sua casa, e ao final do mês você recebe 2kg do composto orgânico produzido com esse descarte e ganha um pacotinho de semestres variadas para começar a sua própria plantação.

A cada colaborador, também, uma horta comunitária recebe 2kg de adubo em doação. Não é prático? A Ciclo Orgânico possui hoje 8 ciclistas que percorrem 16 bairros da cidade. No total, são 600 os colaboradores que já possuem o baldinho da Ciclo em casa. No ano de 2017, foram mais de 25 mil quilômetros pedalados, somando mais 70 toneladas de emissões de CO² evitadas ao utilizarem o sistema de coleta com bicicletas.

Ficou interessado e gostaria de contribuir com essa missão? Acesse o site da Ciclo Orgânico e escolha o plano que mais se adequa ao seu perfil. Você estará apoiando uma iniciativa sustentável e contribuindo para a manutenção de nosso meio ambiente.

 

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