Economia colaborativa criando laços

Economia colaborativa

Em geral, vejo novos produtos e serviços que surgem de forma positiva, especialmente os que se pautam no conceito de sustentabilidade. De todas as formas, a publicidade nos faz crer que precisamos de determinadas coisas para sermos felizes, completos e bem-sucedidos. A economia colaborativa, ao contrário, mostra que podemos viver nossas vidas, sem precisar adquirir mais, o que impacta na nossa maneira de nos relacionar com as pessoas, no nosso bolso e na sustentabilidade do planeta.

A economia colaborativa se pauta na união de três fatores de sucesso que a fazem tão atrativa para empresas e pessoas: social, que dá enfoque para a sustentabilidade; econômico, que estimula a geração de renda; e tecnológico que facilita toda a logística de um negócio ou local. Um ótimo exemplo disso são os locávoros – pessoas que preferem consumir alimentos de origem local, contribuindo para a economia de sua região. Essa pequena atitude fortalece os laços pessoais e ainda contribui para o crescimento econômico de toda uma comunidade.

A tecnologia, que em um determinado momento nos afastou, agora nos coloca próximos, nos oferecendo informação, nos unindo como se vivêssemos em uma vila, porém com laços que acontecem em escala global. Nossos valores também mudaram ao entendermos que são pessoas de verdade que consumirão os produtos/serviços e que as marcas precisam ter mais responsabilidade com isso. Temos que ter atenção para não adquirirmos produtos/serviços que sejam frutos de práticas abusivas ou disfarçados de boas práticas. Isso torna a experiência ainda mais responsável e contribui para a economia como um todo.

A Rede Asta, já mencionada aqui na Bemglô, é um novo segmento na relação de interatividade e economia colaborativa: é um negócio social. Nesse formato existem ganhos para o negócio, mas sem “achatar” os fornecedores, contrariando a lógica capitalista. Nos produtos da Rede Asta, sempre quem ganha mais são os artesãs e artesãos. Hoje em dia, as pessoas estão preferindo manter essa relação na forma de viver, no que compram e até no que comem. Eu acho isso fantástico!

Relações humanas: o grande motor da economia colaborativa

Outra forma interessante de economia colaborativa que descobri recentemente são os empréstimos sociais, onde pessoas se juntam, sem intermediário financeiro ou varejista, para fornecer entre si empréstimos sem taxa de juros ou com juros muito abaixo do praticado no mercado. Isso faz o dinheiro circular, os pequenos negócios locais crescerem e o que me deixou mais confiante: a taxa de inadimplência é muitíssimo baixa, ou seja, é muito bom ainda poder acreditar nas pessoas. Procure conhecer essas novas formulações de modelos econômicos, algum deles pode encaixar com seu estilo de vida!

Eu sempre procuro consumir serviços e produtos em que acredito e confio na ideia, e que de alguma maneira contribuam para um bom funcionamento do nosso planeta. Também é muito bom saber que a maioria das pessoas começa a se interessar pela economia colaborativa, buscando empresas, serviços e pessoas que tenham o pensamento em comum, que ofereçam produtos e serviços que contribuam para um mundo melhor, fortalecendo a interação das pessoas.

Pratique uma relação mais saudável com o seu próximo, será ótimo para todos!

Beijos,

 

 

 

Colar Alma Lusidia - Rede Asta

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