Concentração: Entre a terra e o ar

Para que um trabalho seja cotidianamente bem feito é necessário que se tenha atenção. A cabeça no ar traz tropeços que as vezes podem ser fatais. A percepção focada faz com que percebamos as irregularidades nos detalhes como por exemplo, nas pedras das calçadas em que pisamos. Nos dias de hoje, com celulares à mão, inúmeros estímulos facilmente podem desviar nossa atenção. Temos que estar conectados as redes e ao mesmo tempo não podemos estar dispersos.

Uma vírgula despercebida em um texto muda as inflexões da fala e o sentido de uma frase. Uma oportunidade não reparada pode trazer uma estagnação ou um caos à uma empresa. Um copo mal lavado pode acarretar uma demissão de empregado. É tudo muito rápido e urgente. Temos que estar atentos aos estímulos em torno e não podemos perder o foco da tarefa daquela hora.    

É bastante comum entrar no Whatsapp com o objetivo de enviar uma mensagem a alguém e, antes de digitar, desviar a atenção e ler o que outro alguém lhe enviou. Este outro alguém já corresponde a um outro universo de relação. Ao responder à esta segunda pessoa, podemos nos envolver em outro assunto e dispersar da ação inicial que iriamos fazer. A organização é primordial para que não deixemos nada para traz. Fazer uma coisa por vez deve ser observado como um hábito.

Atividades físicas taoístas como Yoga e Tai-Chi-Chuan nos ajudam a manter a cabeça no ar para que captemos as ondas ao redor e a manter os pés no chão.

Determinados alimentos também podem nos ajudar a manter o foco em nossa atenção. Energeticamente, para melhorar a capacidade de concentração, que na medicina chinesa está vinculada ao sistema baço-pâncreas, devemos abrir mão dos doces e laticínios. O leite e o excesso de queijos geram umidade no corpo e podem bloquear um livre trânsito energético. Doces são inimigos da concentração. Um pouco de açúcar ao dia estimula a atenção. Já o seu excesso traz letargia e desconcentração. A desconcentração mental é também acompanhada pela desconcentração corporal.  O excesso de doces reduz o colágeno e faz com que os músculos fiquem flácidos. Laticínios e açúcar, quando em excesso trazem dispersão mental.

A raiz de Ginseng é tonificante do sistema nervoso central, deixa-nos alertas, sem nos deixar agitados. Podemos encontra-la em casas de produtos naturais e com ela fazer um chá com propriedades antioxidantes protetoras do sistema nervoso.

A ginkgo biloba, outro fitoterápico rico em bioflavanóides, aumenta a oxigenação no cérebro, sendo útil para revitalizar a memória e a atenção.

A lecitina de soja, por ser rica em fosfatidilcolina, ajuda a retardar o envelhecimento cerebral e melhora a capacidade mental.

Nozes são indicadas pela medicina chinesa por possuírem a forma do cérebro. Na nutrologia ocidental as nozes, amêndoas e castanhas também são indicadas, devido às suas boas gorduras para nutrição cerebral.

Raízes como inhame, batata doce, mandioquinha, mandioca, beterraba, cenoura, na dietética chinesa são indicadas para nos dar um centro e nos ajudar a manter os pés no chão.

Através destes alimentos tonificamos energeticamente o elemento Terra e melhoramos a concentração mental.

 

 

 

 

 

 

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