A importância da redução de metais pesados no dia a dia

metais pesados

Hoje muito se fala sobre o câncer ser uma doença ambiental. Daí a preocupação com metais pesados, que são lançados nos diversos ambientes da Terra, contaminando nossa água, nosso solo, nosso ar e nossas células. Por isso, os esforços para reduzir a exposição tóxica a metais pesados tradicionalmente se concentraram no controle de emissões, e em alguns casos resultaram em reduções significativas.

Essa é a boa notícia. A má notícia é que ainda temos um longo caminho a percorrer antes que o ambiente seja tão limpo como antes da Revolução Industrial. A gasolina com chumbo foi banida nos EUA desde 1995 e está sendo gradualmente eliminada em todo o mundo. No entanto, as consequências ambientais e de saúde permanecerão por décadas.

Não importa o quão cuidadoso você seja, comendo alimentos orgânicos e bebendo água purificada, a menos que você viva em uma bolha de vidro, é impossível evitar poluentes ambientais e toxinas. E, à medida que os metais pesados tóxicos e outros poluentes do ambiente se acumulam nas células e nos tecidos do seu corpo ao longo do tempo, essas toxinas podem causar danos clinicamente significativos. No entanto, você não precisa sofrer esses efeitos negativos.

Metais pesados não são utilizados pelo nosso corpo para nenhum fim metabólico conhecido. Eles são bioacumuláveis ou sofrem um processo de aumento da concentração nas camadas mais superiores da cadeia alimentar; ou seja, nós.

Por exemplo, o alumínio dos desodorantes e cremes cosméticos pode ser considerado um metal pesado, pois está ligado a sintomas como ansiedade e agitação neuropsicomotora.

Esses metais pesados não são excretamos do corpo sozinhos, uma vez que nosso corpo não sabe jogar fora este lixo. Então devemos ajudá-lo através de um verdadeiro detox. E quem faz este processo é o fígado, que encaminha os metais pesados para excreção renal e produz substâncias que retiram os metais de dentro das células. Isto ocorre basicamente às custas de enxofre.

A presença de metais pesados pode ser medida:

– no sangue (pior método)

– na urina (médio)

– no fio de cabelo (melhor método)

 

Campeões conhecidos por contaminação de mercúrio = atum

Campeões na liga da amálgama = mercúrio, titânio

Campeões do alumínio = desodorante, creme de massagem, panelas

Dicas para reduzir a carga de metais pesados no organismo

Alguns alimentos são considerados suplementos naturais, pois contêm propriedades quelantes, ou seja, elementos que se unem aos metais pesados e os eliminam de nosso organismo. A ingestão Alga Chlorella, coentro, alho e magnésio na dieta pode ajudar a eliminar os excessos de metais pesados existentes no organismo. Devem ser tomados em forma de extrato ou comprimidos em dose recomendada pelo seu médico.

É interessante também evitar a utilização de fertilizantes ou herbicidas; verificar a composição dos objetos antes de comprar e evitar especialmente os que são feitos de PVC; evitar comer frequentemente peixe com muito mercúrio e também não usar a água da torneira logo após abri-la, antes de beber ou utilizar a água para cozinhar.

A grande lição é que devemos estar alertas para a carga tóxica de metais pesados em nossos corpos. Os seres humanos desenvolveram defesas fisiológicas contra muitas substâncias tóxicas. Porém, dada a realidade da poluição ambiental, minimizar os riscos dos metais pesados tóxicos significa aumentar a capacidade do corpo de liberar os venenos do sistema. Esteja atento!

 

*Colaboração: Drª Janaína Barboza
CRM: 52.82.724-0

 

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