A Terra gerando energia

Salve, Glorioses! Passamos o mês falando sobre as “novas” formas de energia, com o objetivo de compartilhar maneiras de ter as benesses da tecnologia sem arruinar a nossa casa, o planeta Terra.

Chegamos a um ponto em que finalmente percebemos o quanto nosso estilo de vida causa danos, sempre consumindo muito e gerando mais e mais lixo. Por isso, deixamos para encerrar este mês falando sobre a biomassa – obtida pela decomposição de qualquer matéria orgânica, seja vegetal ou animal.

Isso mesmo, essa fonte alternativa para geração de energia já se apresenta como a solução para dar um destino produtivo aos nossos resíduos, incluindo excremento humano ou animal. Por diversos motivos, estes muitas vezes são despejados diretamente no mar, nos rios, lagos e lagoas, contaminando o lençol freático, colocando em risco o abastecimento de água além de proliferar inúmeras doenças. Usufruir desse potencial energético parece ser uma ótima opção!

A biomassa como solução

Há setores que contestam, dizendo que o uso de biomassa pode abrir espaço para o desmatamento, pois pessoas poderiam derrubar árvores propositalmente para produzir esse tipo de energia. Mas cabe a nós – sociedade- fiscalizar os passos da  Agência Nacional de Energia Elétrica, normatizando o uso dessa tecnologia, tornando-a cada vez mais segura e eficaz.

O biogás é produzido a partir da decomposição dos dejetos em um biodigestor anaeróbico, reator químico que, através da ação de bactérias dentro de determinados limites de temperatura, umidade e acidez, transforma a matéria orgânica em gás metano (CH4), assim gerando energia elétrica ou térmica. Sabendo disso, uma empresa decidiu construir um sistema de biodigestor pessoal que, de forma prática, produz energia com os dejetos de uma família!

Muito estudo ainda é necessário para tornar acessíveis todas essas energias renováveis que compartilhamos ao longo do mês e o nosso desejo é que não precisemos mais destruir nascentes ou escavar o oceano para manter as cidades em pé.

Einstein já dizia em sua teoria da relatividade, lá no começo dos anos 1900, que somos todos energia condensada. E se somos energia, assim como a terra, nossa relação com ela deveria ser a mais profunda e benéfica possível. Essa é uma reflexão que não podemos nos esquecer.

Quando todos nos unirmos então, sociedade, empresas e governos, em torno da sustentabilidade e das fontes alternativas e renováveis, aí sim estaremos atingindo o Objetivo 7 da Agenda 2030: Assegurar o acesso confiável, sustentável, moderno e a preço acessível à energia para todas e todos.

Um beijo e até a próxima Quarta Gloriosa.

 

 

 

 

 

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